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terça-feira, 27 de abril de 2010

NOTÍCIAS DA IPB - Missionário Presbiteriano ganha premio pela sua destacada trajetória

Dentre as seis categorias existentes, o missionário Ronaldo Lidório foi contemplado na categoria “Evangelização Transcultural”. Ele é reconhecido como referência nas missões contemporâneas.

O missionário e antropólogo rev. Ronaldo Lidório, recebeu o premio “Evangelizar – 2009”, promovido pela “AMMEvangelizar”, como reconhecimento à tarefa que realiza atualmente entre os povos indígenas na Amazônia, no Brasil, depois de atuar por vários anos em Gana, na África.


O Rev. Ronaldo Lidório recebeu o reconhecimento entre os missionários ligados à AMME e foi considerado uma referência para a Igreja Brasileira, pelo trabalho e esforço na evangelização.

O trabalho de pesquisa, capacitação e evangelização é sempre acompanhado por sua esposa Rosana, e de toda sua equipe, o que permite realizar um trabalho abrangente e relevante, principalmente para a Igreja Presbiteriana do Brasil.

Os materiais escritos e de áudio do rev. Ronaldo Lidório podem ser adquiridos com a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT), pelo e-mail: apmt@apmt.org.br

Fonte: AMMEvangelizar

terça-feira, 27 de outubro de 2009

MISSÕES - Projeto Missionário JUVEP (Janeiro 2010)


O Projeto Missionário de Férias da Missão Juvep é um trabalho de impacto missionário que visa plantar igrejas ou fortalecer campos missionários pioneiros em cidades sem evangelho ou precariamente evangelizadas, localizadas nos sertões nordestinos.

Até 2009 foram realizados 51 projetos atingindo praticamente todos os estados nordestinos. A escolha da cidade a ser alcançada segue um critério rigoroso, que inclui o percentual de evangélicos, onde a prioridade é dada para localidades com uma população evangélica de no máximo 3%, a situação sócio-econômica e a infra-estrutura necessária para receber o grupo de voluntários. Além disso, há também a influencias da parceria com igrejas e convenções que solicitam o apoio para expansão de seu trabalho no sertão.

Sempre realizado nos meses de janeiro e julho o projeto recebe participantes voluntários diversas igrejas e denominações evangélicas e de todas as partes do Brasil.

A duração do projeto é de 25 dias em média, sendo que por quatro dias é realizado um intenso trabalho de treinamento, preparo em oração e busca pela comunhão de todos os participantes. Somente após esse tempo, a equipe vai para a cidade a ser alcançada, passando a evangelizar a zona urbana e rural. Ao final do projeto, uma nova igreja é plantada na cidade e uma família missionária fica para pastorear os novos convertidos.

Como missão interdenominacional, nossa postura é de respeito a todas as igrejas e aos seus pontos de vista. Ao longo do Projeto restringimo-nos a realizarmos o trabalho essencialmente evangelístico, sem entrarmos em assuntos doutrinários.


Quem pode participar

Projeto Missionário é um trabalho sério e desafiador que exige muito dos seus participantes.

Podem participar do Projeto Missionário pessoas evangélicas em comunhão com sua igreja e que tenham amor pelas vidas que não conhecem a Jesus como Salvador. Deve ser membro da igreja há mais de um ano, as moças devem ter idade acima de 16 anos e os rapazes acima de 18 anos, no caso de crianças, somente acompanhadas dos pais.
Precisa ter envolvimento genuíno com as atividades da igreja local a que está vinculado, flexibilidade para adaptar-se a uma situação missionária com restrições de conforto e num ambiente indenominacional, equilíbrio espiritual e emocional, saúde compatível às exigências do trabalho, caráter íntegro, experiência na área da evangelização pessoal com conhecimento do Plano de Salvação e se já foi usuário de droga, que esteja completamente liberto e há mais de 3 (três) anos.

Todo participante deverá ser recomendado por seu pastor através de carta com o timbre ou carimbo da igreja. Tanto a convivência interna da Equipe Missionária, constituída de pessoas de diferentes berços, cidades, igrejas, costumes, etc, como a própria prática evangelística num ambiente de forte hostilidade espiritual determinada pela histórica ausência (ou pouca presença) evangélica, impõe-nos uma melhor seleção dos candidatos. Por isso, não podemos aceitar pessoas problemáticas na equipe missionária, pois, o esforço e o tempo que desprendemos com as mesmas consomem uma energia que deveria ser gasta na evangelização e na assistência espiritual aos neoconversos ou às pessoas descrentes da cidade.

Cada participante poderá ter oportunidade de usar seus dons e talentos no serviço do Senhor bem como profissionais de todas as áreas usarem seus conhecimentos para demonstrar amor em forma de serviço à população.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

MISSÕES - Bíblia traduzida na língua Pokot

Nairobi – Após mais de trinta anos de intenso trabalho finalmente a população Pokot, do Quênia, poderá ler a Bíblia traduzida na sua língua mãe. A nova Bíblia, cuja tradução e supervisão foram coordenadas e dirigidas pela Sociedade Bíblica do Quênia, será oficialmente apresentada neste sábado, 22 de agosto, durante uma cerimônia pelo Ministro das Comunicações e Informações, Samuel Poghisio.

Os pokot são uma comunidade de pastores que vivem nos áridos planaltos do nordeste do Quênia e que se estende até Uganda. A principal dificuldade – explicaram os estudiosos – não foi tanto a tradução da Bíblia mas as diferenças na apresentação e na introdução das notas de pé de página e nas indicações doutrinais.

“Finalmente, uma viagem iniciada trinta anos atrás terminou – declarou com satisfação o presidente da Sociedade Bíblica do Quênia, Isacco Litali – e agora chegou o momento de recolher os frutos do duro trabalho e do sacrifício do povo pokot. Nós compreendemos o quanto fosse importante a presença da Bíblia traduzida nas línguas locais entre as populações indígenas”. “A tradução na própria língua – acrescentou – tem um profundo efeito sobre as pessoas, pois eles recebem a Palavra de Deus de modo mais eficaz. É o Senhor quem se dirige a eles na sua própria língua”.

Entre os objetivos da Conferência Episcopal do Quênia está o de promover a tradução da Bíblia nas diversas línguas dos povos indígenas. Deve-se fazer com que a Bíblia esteja cada vez mais presente nas reuniões e durante as celebrações.

Deve-se também dar total confiança aos indígenas agentes de pastoral, aos sacerdotes, aos religiosos, aos animadores das comunidades e catequistas, a fim de que se sintam apoiados e tenham o lugar que lhes corresponde como protagonistas do processo de inculturação do Evangelho.

RV/NC

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

MISSÕES - ORAÇÕES POR RONALDO LIDÓRIO

Queridos, Deus os abençoe e guarde.

Pedimos que orem conosco pela saúde de Ronaldo. Ele foi diagnosticado nestes dias como portador da síndrome de beribéri, um problema neurológico que, em estágio avançado como é seu caso, pode ser grave. Louvamos a Deus por termos chegado a tal diagnóstico pois há algum tempo ele vem sofrendo com faltas de ar, taquicardias, dormências e prostração, sem sabermos o motivo. Na verdade estes sintomas já o acompanham por alguns anos, tendo se intensificado nestes últimos meses.

Ele iniciou ontem o tratamento e precisará de repouso bem como fisioterapia para plena recuperação.

A equipe Amanajé está sob a liderança de Márcio e Isaura neste semestre. Eles estarão em contato com os irmãos para os assuntos referente ao trabalho indígena Amazônico pelo email mschmidel@terra.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo .

A equipe Antropos continua com os projetos de mapeamento e pesquisa indígena e estará interagindo sobre estes assuntos pelo email equipe.antropos@terra.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo .

Agradecemos suas orações por uma boa recuperação e para que não haja desdobramentos nesta neuropatia.

Ronaldo, ao chegar da Ásia central no início de julho, escreveu uma crônica a respeito da ação missionária naquela parte do mundo com o título "Ice-Breakers". Você pode lê-lo entrando em "Artigos" no nosso site: www.ronaldo.lidorio.com.br.

Assim, peço suas orações por alguns motivos:

- Saúde de Ronaldo, plena recuperação e alívio dos sintomas;
- Projeto Amanajé: um tempo de bênção nos muitos alvos com os quais a equipe lida neste 2009;
- Revisão dialetal do Novo Testamento Konkomba-Limonkpeln. Está sendo feita pela equipe Konkomba em Gana que depois remeterá para nós aqui no Brasil, para a parte final.

Em Cristo Jesus, no qual sempre podemos confiar.

Rossana Lidório

terça-feira, 5 de maio de 2009

MISSÕES - Profissionais em missão (e quando o telefone tocar...)

O telefone toca:

-- Após 45 dias de pressão internacional na tentativa de enviar ajuda humanitária às vítimas do ciclone Nargis, o governo de Myanmar finalmente autorizou a entrada de ajuda estrangeira. Temos uma porta aberta e precisamos de médicos cristãos imediatamente. Você pode ir?

-- Desculpe, tenho compromissos. Não será possível.

Desligo e conto à minha esposa, que me questiona: “Você tem certeza? Não será esta uma oportunidade para Deus usá-lo numa situação tão crítica?”

Era melhor repensar... Um novo telefonema, agora por minha iniciativa, pedindo mais detalhes da situação. Orei e acabei por aceitar o desafio.

Foi Deus quem me tornou médico. Médicos são profissionais com acesso a áreas restritas.

Myanmar, antiga Birmânia, possui um governo militar ditatorial que controla não só a população, mas também a permanência de estrangeiros no país. Somente turistas e profissionais de interesse para o país têm permissão para entrar. As condições de saúde são precárias e os médicos são muito necessários -- ainda mais após um ciclone que ceifou mais de 100 mil vidas e atingiu cerca de 1 milhão de habitantes. No sul do país, casas, plantações e meios de subsistência foram completamente destruídos.

Alguns conseguem enxergar, além da destruição, uma porta aberta para profissionais cristãos ajudarem a população. Nem sempre são missionários convencionais, mas servos com capacitação específica e orientação clara de Deus a respeito da expansão do reino.

As portas permanecem abertas em Myanmar. Depois de outras equipes de saúde terem viajado para lá, veio um convite oficial para a instalação de um hospital e de um orfanato.
Ainda há muito por fazer e oportunidades de servir ao Senhor como fazedor de tendas -- profissional capacitado e com a visão de pregar e viver o evangelho.

Quando o telefone tocar, qual será a sua resposta?


André Aureliano, casado, um filho, é médico e trabalha na Amazônia.

Ultimato