domingo, 19 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
NOTÍCIAS DA IPRD - Assembléia Geral Extraordinária
O assunto em questão é a compra do terreno da Congregação.
A participação de todos os membros é extremamente importante!
Se você é membro da IPRD não falte!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
NOTÍCIAS DA IPRD - Sérgio Lyra na EBD
Próximo domingo, dia 19 de abril, às 9h, teremos o prazer de receber em nossa igreja o Rev. Sérgio Lyra (Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Casa Caiada e Vice-Presidente do Presbitério de Olinda).Ele falará sobre o Ministério Pastoral em virtude das eleição para Pastor Efetivo da IPRD.
Não perca!!!
sábado, 11 de abril de 2009
REFLEXÃO - Diagnóstico denominacional, O que procuro quando quero encontrar uma igreja saudável.
No ano passado, minha esposa e eu fizemos uma experiência. Decidimos procurar a palavra “igrejas” nas Páginas Amarelas e visitar cada uma das que foram listadas no catálogo. Apesar de morarmos em uma pequena cidade, encontramos representações da maioria das denominações, assim como diversas outras não filiadas a qualquer denominação: um total de 24 congregações, se deixarmos de fora grupos como os Testemunhas de Jeová.Descobri que as igrejas estão bem diversificadas. Algumas ainda têm órgãos e corais, mas a maioria tem bandas de louvor com guitarras elétricas e baterias. Estranhamente, uma Igreja de Cristo proíbe instrumentos musicais que não são mencionados no Novo Testamento, mas não vê contradição em projetar seus hinos em slides no Power Point. Alguns freqüentadores das igrejas se vestem solenemente, enquanto outros usam calça jeans e botas de caubói (afinal, moro no estado americano do Colorado e isto é comum por lá!).
Aos domingos, as igrejas se reúnem em vários horários durante a manhã: às 7:00, às 9:30, às 10:30 e às 11:00; algumas se reúnem aos sábados à noite, e uma igreja luterana se reúne às quintas-feiras à noite. Algumas seguem uma liturgia permanente, outras aparentemente decidem a ordem do culto conforme ele acontece.
Com uma intuição difícil de explicar, geralmente consigo perceber a “vivacidade” de uma congregação em apenas cinco minutos. Havia pessoas conversando no saguão? Ouvi o som das risadas? Que atividades e questões estavam destacadas no boletim dominical? Para minha surpresa, o fator “vivacidade” tinha pouco a ver com teologia. Em duas das igrejas mais conservadoras que visitei, os membros sentavam-se e lá permaneciam durante todo o culto, como se estivessem colados nos bancos, até mesmo a equipe pastoral transmitia a idéia de que seu objetivo principal era chegar logo ao final para receber a bênção. Ao mesmo tempo, uma igreja liberal (que havia reescrito os hinos e até mesmo a oração do Pai-Nosso para torná-la “politicamente correta”) demonstrava mais energia na comunidade e em projetos de alcance global.
Graças a este experimento, agora tenho uma visão mais clara sobre as qualidades que busco em uma igreja saudável.
Diversidade - Conforme leio sobre a igreja do Novo Testamento, nenhuma característica se destaca mais do que esta. Desde o Pentecostes, a igreja cristã derrubou as barreiras de gênero, raça e classe social que marcavam as congregações judaicas. Paulo, que quando rabino agradecia diariamente por não ter nascido mulher, escravo ou gentil, estava maravilhado com a mudança radical: “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus” (Gálatas 3.28).
Um moderno pastor indiano me disse: “A maior parte do que acontece nas igrejas cristãs, incluindo os milagres, pode ser duplicada nas congregações hinduístas e muçulmanas. Mas na minha área apenas os cristãos promovem a mistura de homens e mulheres de diferentes castas, raças e grupos sociais. Este é o milagre real!” A diversidade complica a vida em vez de simplificá-la. Talvez por esta razão tenhamos a tendência de permanecer em grupos da nossa classe econômica e com opiniões parecidas e da mesma faixa etária que a nossa. A Igreja oferece um lugar onde crianças e avós, desempregados e executivos, imigrantes e famílias tradicionais possam se reunir. Ontem mesmo sentei-me entre um idoso com seu tanque de oxigênio e um bebê em fase de amamentação, que fez bastante barulho ao longo do sermão. Onde mais eu poderia encontrar esta mistura? Quando entro em uma igreja nova, quanto mais os membros se parecem uns com os outros e comigo mesmo, mais desconfortável me sinto.
Unidade - É claro que a diversidade só pode ser bem-sucedida em um grupo de pessoas que compartilham de uma visão comum. Em sua grande oração registrada em João 17, Jesus destaca um pedido sobre todos os outros: “que sejam um”. A existência de 38 mil denominações ao redor do mundo demonstra que não tivemos sucesso em cumprir com o desejo de Jesus. Pergunto-me o quão diferente seria a impressão que o mundo tem sobre a igreja, sem contar o quão diferente seria a história, se cristãos fossem profundamente marcados pelo amor e pela unidade. Talvez uma brisa da fragrância da unidade seja o que detecto quando visito uma igreja nova e tenho a percepção da “vivacidade”.
Missão - O arcebispo William Temple disse que a igreja “é a única sociedade cooperativa no mundo que existe para o benefício daqueles que não são membros”. Algumas igrejas, especialmente aquelas localizadas em áreas urbanas, têm o foco nas necessidades de seus vizinhos próximos. Outras adotam igrejas irmãs em outros países, apóiam projetos e agências de desenvolvimento, enviam grupos missionários para outros lugares.
As igrejas mais tristes são aquelas cuja visão não vai além de seus próprios templos e estacionamentos. Em minhas visitas, nunca encontrei a igreja perfeita (e nem devemos ter esta expectativa, segundo as indicações do Novo Testamento). Mas quando tentei julgar e avaliar, simplesmente fui relembrado de que a decepção com a igreja nos remete ao audacioso experimento de Deus: permitir que pessoas comuns como nós personificassem sua presença na Terra.
Philip Yancey, Cristianismo Hoje
ATUALIDADES - Paródia de ‘A Última Ceia’ cria polêmica. Presença do personagem Pernalonga no lugar de Jesus deixa americanos indignados
Uma paródia do famoso quadro A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, elaborada pelo artista Glen Tarnowski, está causando grande polêmica nos Estados Unidos. A obra, que está exposta na Chuck Jones Gallery, de San Diego (Califórnia), por ocasião da Semana Santa, traz o personagem de desenhos animados Pernalonga na clássica posição ocupada por Cristo, no centro da mesa. Outros personagens do Looney Tunes (conhecidos no Brasil como Turma do Pernalonga), substituem os discípulos.DICA DE LIVROS - A Visão Missionária na Bíblia (Timóteo Carriker)
A Bíblia, de Gênesis 1.1 a Apocalipse 22.21, é um livro essencialmente missionário, visto que sua inspiração deriva de um Deus missionário, o Deus que envia: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21). E é à luz dessa revelação de Deus que a igreja enfrenta o maior desafio do cristianismo — a inacabada tarefa missionária, cujo âmago é a evangelização.Em João 3.16 (“Pois Deus amou ao mundo de tal maneira...”) observa-se que o interesse de Deus não é menor do que o mundo que ele criou. Ele possui um plano mestre que envolve todas as coisas (1 Co 15.28). Israel foi o instrumento usado por Deus no Antigo Testamento para alcançar seu alvo. A partir do Novo Testamento ele usa a Igreja, que pode ser concebida como o centro do plano de Deus, porém jamais vista como o limite, a totalidade desse plano.
A consciência de ter sido chamado por Deus para ser bênção para os outros, sejam esses “outros” povos distantes ou o próprio filho ou vizinho, é que fez da história de Israel e da Igreja uma linda história do amor de Deus. Que este livro nos ajude a recuperar essa consciência e a fazer parte da história.
— Ricardo Barbosa de Sousa, pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília
Timóteo Carriker traz à luz os desafios da missão da Igreja. Ele reflete sobre o enredo das narrativas de Deus em busca do seu povo e sobre o seu desejo de que a Igreja cumpra o chamado de mostrar ao mundo o amor de Deus. Este livro é uma ferramenta indispensável para a igreja evangélica brasileira, especialmente seus pastores e líderes.
— Oswaldo Prado, vice-presidente do Centro Global de Missões Dr. Paul Pierson, em Londrina
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Departamento de Marketing da I.P.R.D. lança dois DVDs
Abaixo, um trecho da abertura do DVD
Veja um trailer do DVD Documentário, no link abaixo:
O Segundo DVD além da cobertura dos 3 dias de Culto em Ações de Graças pelo Jubileu de Prata, resgata imagens antigas da igreja, incluindo o Coral João Vanderlei e o Grupo Luz.
Veja o Conteúdo de Cada um dos DVDs:
DVD Documentário:
- Menus Interativos
- Diversas Entrevistas
- Depoimentos de Pastores, ex-pastores, presbíteros e diáconos
- Depoimento do Primeiro Seminarista da Igreja
- Relatos impressionantes de membros fundadores
- Mais de 120 fotos históricas desde o início da congregação até os dias atuais
- Erros de gravação
- Bastidores
- Depoimento da produção
- A emocionante Nuvem de Testemunhas, que traz a nossa memória todos os membros que já descansaram.
- Menus Interativos
- Louvor com o Grupo N&CIA
- Louvor com o Grupo do Pr. Diego Ramon
- Banda Reconstrução
- Grupo de Louvor Céu
- Diversas fotos do Culto do Jubileu de Prata
- Cantata do Coral em 1992 na Igreja Local
- Turnê do Coral em Natal-RN em 1992
- Cantata de 4 Anos do Grupo Luz em 1992.
Caso você queira comprar os dois, o preço é R$ 15,00
Importante: Toda a renda deste DVD será revertida na compra de uma câmera de vídeo.
Caso seja seu interesse adquirir, mande um email para nós - contato@reconstrucao.org , ou ligue para a Igreja em horário comercial se informando como você poderá adquirir uma cópia. O telefone da igreja é (81) 3431-3124
terça-feira, 7 de abril de 2009
NOTÍCIAS DA IPRD - Acampamento de Crianças 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
ESTUDO - Evangelismo

EVANGELISMO PESSOAL
Esfera de ação do evangelista:
* a família - João 1.40-42
* os amigos - João 1.45
* os colegas de trabalho (oficina, fábrica, escritório)
* escola
* os presos - Atos 16.25-31 e Filipenses 4.22
* mundanos - João 8.1-1-11 e 4.1-30
* desconhecidos - Atos 8.26-40
PRINCÍPIOS BÁSICOS NO EVANGELISMO PESSOAL:
1. Apresente Cristo no poder do Espírito Santo.
O Espírito Santo foi prometido para nos dar poder para testemunhar. Atos 1.8
Quando os discípulos foram cheios do Espírito Santo, transformara-se, de homens tímidos e medrosos que eram, em corajosas testemunhas de Jesus Cristo. Atos 4.8
2. Vá em amor.
O amor é o maior poder conhecido pelo homem. 1 Coríntios 13.4-8.
Deus usou pessoas para levar a mensagem do evangelho aos outros. Romanos 10.14-15
Os cristãos primitivos tomaram a iniciativa de transmitir Cristo aos outros. Atos 4.8
Não devemos forçar ninguém a nos ouvir; devemos falar com aqueles que querem nos ouvir. Atos 16.13-14.
Jesus prometeu que faria daqueles que o seguissem pescadores de homens. Marcos 1.17
4. Apresente a mensagem do evangelho de forma simples.
Paulo, um homem culto e brilhante, pregou o evangelho de maneira simples. 1 Coríntios 2.1-5
É o evangelho que é "o poder de Deus para a salvação" - e não a nossa eloquência ou capacidade de persuasão, Romanos 1.16.
O evangelho é uma mensagem simples e comunica tanto para o coração do homem como para o seu intelecto. 1 Coríntio 1.17-18.
5. Dê a pessoa a oportunidade de receber a Cristo.
Uma pessoa se torna filho de Deus quando recebe a Cristo. João 1.12.
Para receber a Cristo o homem precisa invocar o nome do Senhor. Romanos 10.8-13.
Paulo deu ao carcereiro de Filipos uma oportunidade para receber a Cristo. Atos 16.29-32.
6. Deixe os resultados com Deus.
Deus, o pai, é o único que pode levar uma pessoa para Cristo. João 6.44.
O Espírito Santo confirma a verdade da Palavra de Deus. 1 Tessalonissenses 1.5
ERROS QUE DEVEMOS EVITAR
Um engano que se pode cometer, na evangelização e: falar a uma pessoa acerca da sua relação para com o Senhor Jesus e o perigo da sua perdição, e se não se consegue convencê-la, utilizar de esforços humanos até afastá-la definitivamente, em vez de ganhá-la.
COMO AGIR DIANTE DAS SEGUINTES SITUAÇÕES
1. Eu me considero bom; não pretendo mudar-me de religião.
A Bíblia diz que ninguém é bom. Is 64.6, Mc 10.18 e Rm 16.31
O homem é salvo única e exclusivamente por Jesus. At 4.12 e 16.31
2. Qualquer religião serve.
A religião em si não salva ninguém. Uma boa religião é aquela que nos ajuda a conhecer o plano de Deus e nos aproxima dele. Algumas religiões nos ensinam princípios que são contra os princípios estabelecido pela Palavra de Deus.
Somos salvos pela ação de Jesus em nossa vida. Ex. de religiosos não salvos:
1. Moço rico. - Mc 10.17-22;
2. Cornélio. - At 10.3
3. Nicodemos. - Jo 3.1-8
3. Ah! Para ser salvo não precisa ir à igreja...
Ir à igreja não salva, mas os salvos em Jesus Cristo se reúnem para manter comunhão uns com os outros e adorar a Deus juntos. - Sl 133; At 2.44; Hb 10.25; 1Jo 1.3,7.
4. Sou mau elemento, e deus não quer um pecador assim...
Deus não rejeita ninguém. Aquele que confessa seus pecados e os deixa, alcança misericórdia. - Jo 3.16; Is 1.18; Rm 5.20
Pv 8.17; 1 Co 6.2; Pv 27.1
6. No fim todo mundo será salvo; Deus não condena ninguém
Deus não condena. O homem escolhe seu caminho. Quem nEle crê não entra em condenação mas que não crê já está condenado. - Mt 12.37; Jo 3.17-19; 12.47-49; 2 Pe 2.4,9.
7. meus amigos e colegas me deixarão se eu me tornar crente
Não haverá jamais falta de amigos para os salvos em Cristo. - Mc 10.29-30; Sl 27.10; Jo 15.14-15.
8. Sua bíblia é protestante ou católica?
O fato de eu escolher esta ou aquela Bíblia não me torna um salvo, mas sim o fato de eu estar disposto a praticá-la. A Bíblia é a Palavra de Deus e nos revela sua vontade para conosco. - Tg 1.22. Você não gostaria de estudar comigo na Bíblia Católica?
9. Sua bíblia não é aprovada pela igreja
Não. Porque é a Bíblia que aprova a igreja, e não a igreja a Bíblia. Pela doutrina contida na Bíblia, pode-se avaliar se uma igreja é falsa ou verdadeira. - Jo 12.48.
10. eu não creio na bíblia
Você não é o primeiro e nem será o último com esta opinião. Deve existir, contudo, um motivo para sua dúvida e poderíamos conversar sobre isso. A Bíblia tem transformado a vida de muitos homens e enfrentando as maiores perseguições, mas tem resistido a tudo através dos séculos. Hoje ela é o livro mais lido no mundo e cada ano tem sido distribuído só no Brasil mais de 1 milhão de exemplares. Suas profecias se cumprem, seus ensinos dão vida nova aos homens e declaram seu futuro. Eu o desafio à sua leitura. - Sl 119.105; II Tm 3.14-17.
11. Leigo não pode ler a bíblia
Todos os homens podem ler a Palavra de Deus. Ela é que nos inspira à fé nEle. Deus não faz acepção de pessoas e é de sua vontade que todos os homens cheguem ao conhecimentos da verdade. - Jo 17.17; 8.32; II Co 6.7.
12. A bíblia foi escrita por homens
É verdade, pois Deus encheu alguns homens com seu Santo Espírito e lhes falou sua vontade. A Bíblia é a Palavra de Deus revelada ao homem. II Pe 1.19-21; II Tm 3.16. Ela contém inclusive as palavras do próprio Jesus e Ele foi enviado por Deus, o Pai, para nos trazer esta boa noticia.
13. O papel aceita tudo
A Bíblia não é um livro comum. Todas as coisas que o homem faz tendem a desaparecer e com o tempo são esquecidas. Os homens escrevem livros aos milhares, fazem pesquisas, alteram textos, capas, etc... e um suplanta o outro. A Bíblia permanece com seu texto original através dos séculos, e é sempre atual e cada vez mais apreciada e lida. É uma fonte de pesquisa, a base da legislação no mundo inteiro e revela Deus aos homens. É perseguida, criticada, desprezada, no entanto permanece intacta até hoje e cada vez mais preciosa. - Hb 4.12; Sl 119.9
14. Eu não creio em Deus
Deus é o mesmo ontem, hoje e o será eternamente. Para Ele ser o que é não necessita que você o reconheça. O comunismo prega a inexistência de Deus, no entanto Ele está agindo com muito poder na Rússia, China, Índia independente de se crer ou não nEle. Quem o aceita será salvo. Quem o rejeita é condenado. Até mesmo os ateus tem um calendário e escrevem nele o ano: 1997, dando assim o maior testemunho do nascimento de Jesus, ou seja, a vinda do Deus Filho vindo ao mundo para nos salvar.
15. A bíblia de vocês é falsa; falta-lhe sete livros
Os sete livros que existem a mais na Bíblia Católica são considerados apócrifos, isto é, não inspirados e isto é reconhecido pela própria Igreja Católica. Portanto não coloca-los na Bíblia só lhes aumenta o valor e não diminui.
16. ninguém segue como está escrito na bíblia.
A prática dos princípios bíblicos só e possível para aqueles que nasceram de novo; nasceram de Cristo. Realmente, por isso só os homens jamais poderiam cumprir a Palavra de Deus. Todos precisamos da capacitação do Espírito Santo que é dado a nós no momento que cremos. Quando Cristo vive em nós então podemos viver como Ele quer que vivamos. - II Co 5.17; Ef 2.2.
17. Na bíblia há muitas discordâncias
Pelo contrário, a Bíblia não se contradiz, se, contudo você tem um ponto que julga haver controvérsia, poderemos conversar em particular quando quiseres.
18. Há tantas religiões... e todas vivem em discórdia...
O nome de uma igreja não é capaz de salvar. Onde existe homens, existe diferença de opinião. Siga a Bíblia, procure se orientar por ela e escolha uma igreja onde a verdade da Palavra de Deus é pregada e vivida.
19. Leio a bíblia, mas não entendo
Dt. 29-29 - Existem coisas que ainda não entendemos. Pergunte a alguëm mais experiente e muitas perguntas serão respondidas, outras o Senhor te revelará quando lhe aprouver.
20. Mas como poderei saber a verdadeira religião
Tg 4.8-10; 1.19-27
NOTICIAS EM GERAL - O apocalipse de São Gonçalo
Igreja barulhenta que anuncia o fim do mundo causa transtornos a bairro residencial na cidade fluminense. O nome já é sugestivo. Instalada na garagem de uma casa em área residencial do bairro Porto Novo, a Igreja Pentescostal do Apocalipse é o fim do mundo para a vizinhança. Com cultos que se estendem, segundo os vizinhos, até a madrugada, a congregação, cujo número de freqüentadores cresce a cada dia, virou o tormento dos moradores da Rua Acre. Não por motivos espirituais, mas pelo barulho, mesmo. “A música e as orações são tão altas que preciso me trancar no quarto para conseguir falar ao telefone”, reclama a dona de casa Mariluzia Monteiro Pinto, que mora ao lado da casa da missionária Simone Silva Soares, dirigente da congregação. Egressa da Assembleia de Deus, a religiosa, que é casada com um pastor, abriu a Igreja do Apocalipse há cerca de um ano.
Um letreiro pintado no portão azul da garagem é a única coisa que indica que ali funciona uma congregação. “A igreja lota, e como a garagem é pequena, fica gente na rua. É difícil até para passar de carro. Não temos nada contra a religião dela, mas a situação é absurda”, diz outra vizinha, Mônica Rodrigues. Segundo ela, a igreja usa amplificadores de som e instrumentos musicais elétricos, o que aumenta o transtorno na região. “Queremos descansar e não podemos. A vizinha que mora em frentre à igreja teve que mudar a sala de lugar porque não conseguia ver televisão”, completa outra moradora da Rua Acre, Glória Martins de Souza.
terça-feira, 31 de março de 2009
ATUALIDADE - Enquete encerrada
Se você pudesse decidir sobre o caso da meina de 9 anos, grávida de gêmeos e que foi estuprada pelo padrasto?
Optaria pelo aborto | 18 (41%) |
Não optaria pelo aborto | 10 (23%) |
Excomungaria o Arcebispo | 6 (13%) |
Não sei. É complexo. | 9 (20%) |
Queridos irmãos! Nossa enquete deu o que falar! O assunto é extremamente complexo e não queremos, jamais, ser imprudentes em trazer uma opinião fechada que não fosse fruto de muita discussão. Parabéns a todos que participaram!
Trago pra vocês a posição do Presb. Solano Portela, que foi postada em seu Blog (tempora-mores.blogspot.com)
Posição essa, que crei ser bem equilibrada e que contempla todas as possiblidades!
Todos têm acompanhado o caso da menina de 9 anos, em Pernambuco, que foi abusada e estuprada pelo padastro. Com a gravidez, o crime veio à tona e o criminoso está preso. A menina teve a gravidez interrompida por aborto induzido, realizado por médicos, com o apoio da justiça. O caso tem recebido ampla divulgação e repercussão. Alguns blogs cristãos têm escrito sobre o triste assunto, como o "mastigue", de jovens, para jovens, e o do Rev. Dr. Alfredo de Souza. Neste último, coloquei um comentário, que posto abaixo, em versão expandida e corrigida.Infelizmente as decisões éticas da nossa terra não se pautam por quaisquer considerações sobre os princípios de Deus, mas meramente por considerações antropocêntricas. Por princípio, pela consideração à vida, ensinada na Escritura, sou contra o aborto. No entanto, a complexidade desse caso me intriga.
Não tenho condição de fazer as avaliações médicas (essas são fruto, também, da dádiva divina do conhecimento, possibilitado pela Graça Comum de Deus, àqueles que são chamados a esse campo), nem de avaliar o quanto a vida da menina estaria em risco. Confiar em outros, em questões tão cruciais, é temeroso. Mas há outro curso viável? As coisas correram rápido demais, alguém tomou uma decisão do dia para a noite e somos confrontados com o fait accompli e deixados às nossas considerações morais quanto à tragédia.
Com olhar de leigo, muito pesaroso, vi as fotos e a situação dela - tão jovem e tão destituída e roubada de sua inocência, por aqueles próximos dela. Um corpo de criança carregando duas vidas, às quais não estava fisiológicamente preparada(no desenvolvimento natural divino), ainda, para carregá-las. O quanto de risco à vida dela, já tão massacrada e abusada, traria a continuidade de tal gravidez? Não sei.
Isso leva a um dilema ético. Não seria ele comparável ao que é enfrentado por um enfermeiro que trabalha em um hospital superlotado, que está com os doentes espalhados pelo corredor, alguns em estado terminal, e que vê apenas um leito sendo aberto, na ala de cirurgia? Como ele vai selecionar quem vai viver e quem vai morrer?
1. Pela cronologia da entrada ("Deus mandou esse primeiro do que aquele, então vou atender na ordem de chegada")?
2. Ou seria por uma compreensão subjetiva da gravidade do caso ("acho que esse aqui, que chegou depois, está morrendo mais rápido que o outro, que chegou antes")?
3. Ou pela idade ("Esse, que está morrendo já está idoso, vou salvar o mais jovem que tem uma vida toda pela frente")?
No caso da menina grávida, vejamos, em duas ações (matar ou deixar), 5 possibilidades de resultados:
1. Matar 2, deixar 1; salvar 1: abortam-se os fetos, salva-se a mãe (situação decidida pelos médicos).
2. Matar 0, deixar 3; salvar 0: não se faz nada, morrem todos (situação considerada a mais provável pelos médicos).
3. Matar 0, deixar 3; salvar 2: não se faz nada, morre a mãe, salvam-se as crianças (situação considerada improvável pelos médicos).
4. Matar 0, deixar 3; salvar 1: não se faz nada, morrem os fetos, salva-se a mãe(situação considerada possível, pelos médicos, mas com alto risco para a mãe).
5. Matar 0, deixar 3, salvar 3: não se faz nada, salvam-se as crianças e a mãe (situação considerada impossível, pelos médicos).
A única coisa clara para mim, nessa questão e nesse estágio, é o merecimento da morte por parte do padastro; a quem imputo, igualmente, a responsabilidade pela morte das crianças que foram geradas. E, se fosse esse o curso, essa execução deveria ser feita pelo estado, com julgamento e sentença, e não por outros presidiários, como provavelmente ocorrerá.

A posição do arcebispo lá da terrinha, não veio embasada de considerações bíblicas, mas de um apelo “à lei canônica”. No dia que essa mudar, ele muda, também. Precisamos, realmente de muita humildade e aprofundamento nas Escrituras para discernir o curso, em casos como esse. Aos que desejarem pesquisar mais um pouco, sugiro a leitura do livro de Norman Geisler, Ética Cristã: alternativas e questões contemporâneas, Cap. 12. Vejam as opiniões do autor, que ele procura embasar na Palavra, sobre a questão do aborto, e outras situações, como a dessa tragédia, no Recife.
CINEMA - História de amor de C. S. Lewis é contada em filme

Estrelado pelo sempre fantástico Anthony Hopkins (Silêncio dos inocentes) e por Debra Winger (Fé demais não cheira bem). É baseado na peça teatral homônima, de William Nicholson, ainda em cartaz em Londres. O foco do filme está em um dos momentos mais significativos na vida dele: quando conhece Joy Greesham, uma cristã judia-americana, escritora e poetisa, abandonada pelo marido, com quem ele trocava inúmeras correspondências. Foca o momento-encruzilhada do enfim, o amor (e por que não dizer, da alegria e da dor inerentes); amor que inicialmente Lewis denega, mas, por fim, assume, casando-se com ela “diante de Deus, dos homens e de si mesmo”.
Não dá para não se emocionar com a história de “Jack”, como ele era conhecido pelos amigos, e Joy! E embora os olhos azuis de Hopkins não tenham nada a ver com os castanhos de Lewis, o ator dá um verdadeiro show de interpretação, especialmente nos olhares sem palavras de um intelectual que tem resposta para tudo, mas não sabe falar de amor, amando; o Lewis que pergunta a si mesmo: “Como poderia ser Joy minha esposa? Eu teria que amá-la, não teria? Eu teria que gostar mais dela do que de qualquer outra pessoa no mundo. Eu teria de sofrer como um condenado com a perspectiva de perdê-la”.
Além de lançar luz sobre esse gigante intelectual que marcou e influenciou o pensamento cristão ocidental do século 20, Terra das Sombras permite-nos ver Lewis sob um prisma mais intimista e humano (e com algumas de suas idiossincrasias); o Lewis de dentro, por trás de suas declarações. Assim, quem já leu seus livros percebe facilmente a relação entre sua vida e suas obras aludidas no filme; entre as quais, das Crônicas de Nárnia, O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, cujo enredo é aludido por ele e pela cena com o filho de Joy; O problema do sofrimento, onde defende que “a dor é o megafone de Deus”; O grande abismo, cujo acidente (real) com o ônibus, referido por Lewis, parece tê-lo motivado a escrever a história ficcional; e A anatomia de uma dor, vislumbrado pela revolta de Lewis em relação a Deus após a morte de sua amada.
Há ainda uma outra versão com o mesmo título, sendo mais fiel à história real, com o mesmo título. Nessa outra versão, os dois filhos da Joy aparecem e o final é menos pessimista. Quem não conhece os detalhes pode ficar com a impressão que Lewis perdeu a fé ou que começou a relativizar tudo. Mas existe uma frase que dita de forma ligeiramente diferente no final dessa versão que faz toda a diferença do mundo, mostrando um homem que já não tem todas as certezas do mundo.
Em suma, o filme conta a história maravilhosa de um amor no limite entre a vida e a morte, ou melhor, para além da vida e da morte; o amor de alguém que tinha consciência de que “vivemos na terra das sombras. O sol sempre está brilhando em outro lugar; depois de uma curva da estrada; além do alto de uma colina”; alguém que, como menino, optou pela segurança; como homem, pela dor. Reflexivo, emocionante, imperdível!
Infelizmente, o filme continua inédito em DVD nas duas versões no Brasil. Ele foi lançado apenas em VHS e é praticamente impossível de ser encontrado atualmente. Vamos torcer para a Warner lançar a versão comentada.
ESTUDO - A essencialidade do amor (Amar é um processo, uma caminhada. Nós não nascemos amando) - Ronaldo Lidório
Vivemos uma época em que as coisas periféricas da vida estão substituindo os conteúdos essenciais da fé cristã, desviando os crentes da prática de um cristianismo bíblico e simples. Hoje, um sem-número de demandas fazem com que nossa atenção, energias, dons e relacionamentos se desgastem nas notas de rodapé de uma religiosidade quase vazia.Dentre as coisas essenciais da vida cristã, não há como perder de vista o amor. Preocupo-me quando apregoamos uma verdadeira espiritualidade, mas não amamos. Algo está muito errado quando a igreja não consegue chorar com os que choram ou quando nossos relacionamentos vão se tornando cada vez menos sinceros e mais utilitários. Parece que o mundo age com mais graça e misericórdia com o caído do que o povo de Deus, que deveria ajudá-lo a se erguer. Quando a igreja passa a definir sua experiência de fé a partir de seus ajuntamentos solenes, e não dos seus relacionamentos diários, é hora de parar e pensar sobre o que temos feito do Evangelho.
Ao escrever sua primeira carta à igreja de Corinto, Paulo reserva os capítulos 12 e 14 para explanar acerca dos dons espirituais, pois era um assunto de interesse e necessidade. Ali, o apóstolo elaborou um dos textos mais definidores da nossa fé, o de I Coríntios 13, que nos apresenta a centralidade do amor na vivência cristã. O escritor adverte a comunidade cristã sobre o risco de se construir uma igreja com aparência, forma e discurso espiritual, mas de fato carnal; uma igreja com a manifestação de dons espirituais, mas sem o essencial da fé. A mensagem é clara: o amor é superior aos dons. Sempre temo reler os três primeiros versículos deste capítulo, pois confrontam minha vida ao afirmar que posso ter dons espirituais, uma fé enorme ou praticar toda sorte de ações sociais e, no entanto, nada disso ser aproveitado caso seja feito sem amor. O amor, como aqui exposto, não é apenas superior aos dons, mas um marcador de nossa identidade cristã. Somos dele quando buscamos amar.
Isso significa que nossa vida em Cristo não pode ser definida puramente pelos dogmas que entendemos e aceitamos, por um lado, nem mesmo pelas experiências de espiritualidade que vivenciamos, por outro. Sem amor, uns e outras serão vazios de significado. Nossa vida em Cristo é definida pela presença do amor que não apenas é essencial como também é automanifesto. Para nosso temor e tremor, o Espírito descreve neste capítulo que o amor é perceptível, deixa marcas. Ele é prático, notável e visível. Ele é paciente, esperando pela hora oportuna para o outro; é benigno, fazendo com que a dor do vizinho seja também a nossa. Este amor não arde em ciúmes, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo. Torna-se, assim, impossível amar sem estas evidências, ou seja, sem que as marcas do amor sejam vistas pelos que passam pela mesma estrada que nós. Precisamos amar o próximo, no mínimo, para não criticá-lo. Este próximo, o outro, diferente de nós, é nossa base de testes, o cenário onde devemos aprender a praticar o ato mais sublime que vem do Pai.
O amor prova a espiritualidade. Somos naturalmente seres construtores de máscaras e tais máscaras tendem a esconder aquilo que é nitidamente carnal e vergonhoso. Assim, usando máscaras bem elaboradas, podemos falar sobre fé sem de fato crer; pregar contra o pecado sem intimamente repudiá-lo; expor sobre o amor e na manhã seguinte prejudicar o irmão. Um mecanismo que claramente prova nossa espiritualidade é este: atos de amor.
O oposto do amor também é evidente. Gera incrível tolerância com nossas próprias limitações e fraquezas e torna-se gravemente intolerante com o próximo. Desta forma, se alguém conversa com formalidade, é antipático; mas se nós o fazemos, somos respeitosos. Se alguém brada ao pregar, está sendo artificial. Se nós bradamos, contudo, é sinal de espiritualidade. Se alguém não faz algo, é preguiçoso; mas se somos nós que não fazemos, é porque somos ocupados. Se alguém contrai uma dívida, a nosso juízo é um irresponsável; contudo, se nós nos endividamos, é porque recebemos pouco. Se alguém discorda, é soberbo; mas, se nós discordamos, somos criteriosos.
Para nós, se alguém critica, ele o faz por estar tomado de inveja ou ciúmes. Se nós criticamos, no entanto, estamos sendo zelosos. Se alguém repete um sermão, está sendo desleixado; mas, se somos nós que incorremos nesta prática, é porque “Deus quer falar novamente ao seu povo”. Se alguém erra, pensamos assim: “Era de se esperar” – mas, se o erro é nosso, ora, errar é humano... Se alguém cai, temos pronta a opinião de que suas atitudes carnais já indicavam esta possibilidade. Mas se nós caímos, é porque o inimigo preparou-nos uma armadilha. Se alguém brinca, está sendo mundano. Se nós brincamos, somos informais. Se alguém ofende no falar, é descontrolado; se nós o fazemos, somos sinceros. E por aí vai. Sim, o amor testa a espiritualidade.
Do versículo nove em diante, vemos que o amor é um aprendizado. Eu era menino e agora sou homem; via de forma obscura e agora vejo claramente. Ou seja, amar é um processo, uma caminhada. Nós não nascemos amando.
Para amarmos devemos pedir que o Senhor nos ajude. O salmista, no Salmo 119.2, afirma que andará nos caminhos do Senhor quando Ele dilatar o seu coração. Precisamos de corações dilatados, abertos, prontos para amar. Peçamos ao Pai, pensando nos cenários diários de nossas vidas, dizendo: ensina-me a amar. Para amar precisarmos também nos desapegar daquilo que é incompatível com o amor. John Edwards, em seu livro Afeto religioso, nos fala sobre a incompatibilidade do amor com as palavras de agressão. Devemos nos desprender daquilo que pretere o amor em nossas vidas. Jamais amaremos enquanto nossa agenda diária estiver repleta de competitividade, ciúmes, falso zelo, comparações desnecessárias, soberba e agressões.
Lutero, citado por Mahaney em seu livro From Glory to Glory, nos disse que “esta vida, portanto, não é justiça, mas crescimento em justiça. Não é saúde, mas cura. Não é ser, mas se tornar. Não é descansar, mas exercitar. Ainda não somos o que seremos, mas estamos crescendo nesta direção. O processo ainda não está terminado, mas vai prosseguindo. Não é o final, mas é a estrada. Todas as coisas ainda não brilham em glória, mas todas as coisas vão sendo purificadas”.
Após pregar sobre os essenciais da nossa fé, na Igreja Konkomba de Gana em 1999, lembro-me que um dos crentes me procurou após o culto perguntando: “Por onde devo começar?” Fui para casa pensando nesta pergunta. No outro dia, o procurei e rapidamente encontrei-o embaixo de uma árvore rodeado por amigos em alegre conversa. Sentei-me ao seu lado e sussurrei no seu ouvido: “Comece procurando aquele com o qual você foi intolerante, e não amou como Cristo”. Após um minuto pensando, ele se levantou e saiu caminhando com passos curtos e lentos. Santa caminhada. Não é atitude fácil, mas certamente alegra o coração daquele que é Amor.
Cristianismo Hoje
ATUALIDADES - Oração na medida (Site oferece preces gravadas a quem não tem tempo de orar; serviço pode custar até o equivalente a R$ 125,00)

O site Information Age Prayer está fazendo uma promoção inusitada. Por um valor mensal que varia entre 2 e 50 dólares (algo entre 4,50 e 125 reais), qualquer mortal pode receber orações selecionadas especialmente para as mais variadas ocasiões. O valor mais alto refere-se ao pacote do Rosário inteiro: “Mostre a Deus que você o leva a sério”, diz o slogan do serviço de US$ 50 mensais. Mas as opções não são apenas para o público católico – há preces destinadas a protestantes, judeus, muçulmanos e de “outras religiões”.
“O serviço dá aos usuários a garantia de saber que suas orações serão sempre feitas, mesmo que eles acordem atrasados ou se esqueçam”, diz o site, que promete doar 10% da taxa de adesão a obras de caridade. Os preços são definidos pelo tamanho das orações. O site informa que as mais baratas também são mais curtinhas. Cada prece é feita por sintetizadores de voz que rezam em voz alta, no volume e ritmo de uma oração comum. Quando isso acontece, o nome do assinante aparece na tela do computador onde o sintetizador funciona. “Pague e tenha certeza que algum computador em algum lugar dos Estados Unidos rezará uma Ave Maria para você”, diz o site ABC News.
sexta-feira, 27 de março de 2009
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